A necessidade de resposta

Geralmente, quando tenho de contactar uma empresa e recebo uma resposta fico admirado. Não é por nenhuma razão em especial, é porque geralmente não existe um gabinete de contacto com o público externo. Essa função fica a cargo da recepção ou de quem estiver a atender os telefones.

Quando se trata de um e-mail, é normal ter várias moradas que posso usar. Uma para o gabinete de imprensa, outra para reclamações, uma para encomendas, outra para questões gerais.

O que me acontece é que me sinto perdido, digo para mim mesmo “que se lixe” e mando para o geral@empresa.com.

Nem sempre recebo uma resposta rápida, isso até compreendo. O problema é quando recebo um e-mail que já vem tarde e ainda por cima não me diz nada de relevante.

Sempre achei que a Imagem de um organização se forma nos primeiros contactos. Na resposta a um e-mail ou num telefonema bem conduzido.

“Pois eu sinceramente não sei, mas diga-me o seu número de telefone. Eu vou procurar a resposta e já lhe ligo.” É o tipo de resposta que eu não me importo de receber. Estão a poupar-me tempo, a ser sinceros e a evitar que eu me aborreça ao telefone.

E há casos em que ter um canal de comunicação sólido é suficiente para obter contratos milionários. Uma destas chamadas pode ser uma tentativa de contacto com o gabinete de vendas. Que está geralmente demasiado ocupado e sob demasiada pressão para dar ao possível cliente toda a atenção que ele merece na altura.

É aqui que entra em jogo a ideia da desk de atendimento. Profissionais de comunicação devidamente informados sobre a empresa, que facilitam a comunicação entre o público externo e interno. É nas primeiras impressões que formamos juízos de valor, por isso, além de facilitar a comunicação, esta desk será um dos componentes de imagem mais importantes.

Leave a Reply