Em que língua falamos? E com que público?

Vou tentar não repetir o que já foi dito sobre obstáculos à comunicação, adaptar a mensagem ao público alvo. Queria puxar para o blog uma ideia do Mario Andrade no grupo SEO Portugal.

A pergunta do Mário foi:

Em relação ao conteúdo é uma questão muito pertinente. O conteúdo pode
ser muito bom até, mas e se a pessoa que procura essa informação não
percebe a língua? De que lhe servirá esse conteúdo?

Podemos entender língua de duas formas. No sentido mais comum da palavra, ou como o simples uso de termos e expressões diferentes. Neste segundo caso entramos naquilo que falei no post sobre obstáculos à comunicação: adaptar a mensagem ao público alvo.

Mas como é que num meio como a web focamos a nossa mensagem num público ? Os jornais podem fazer estudos de mercado e traçar perfis dos seus leitores. Online isso é muito mais difícil. O que se faz é tentar criar conteúdos acessíveis a todos os visitantes. Colocar links para páginas úteis a quem não está por dentro do tema também ajuda imenso.

Quem quiser aprofundar esta ideia, pode reler o meu segundo artigo sobre o tema. E se ainda quiserem mais, este post é um bom exemplo de comunicação entre pessoas com formações diferentes.

E assumirmos língua como idioma? Esta questão torna-se mais difícil de resolver. Há websites que oferecem links de tradução ou que publicam os seus conteúdos em duas ou mais línguas. Há outros que preferem esquecer essas vias e focar-se no público alvo que fala a sua língua.

3 thoughts on “Em que língua falamos? E com que público?”

  1. Por acaso mal acabei de colocar a mensagem no grupo lembrei-me logo da questão da linguagem técnica.

    Mas um exemplo rápido, um site escrito em português do Brasil pode conter palavras que para português de Portugal não existem sequer.

    Acho que no final tudo passa por definir um publico alvo á partida e trabalhar depois a partir daí.

  2. Em alguns casos acho que até temos de trabalhar ao contrário. Primeiro definimos o idioma em que vamos escrever e só depois vamos focando cada vez mais no público que nos visita com mais frequência.

    O problema neste caso é identificar o dito público. Na net não há indicações de faixa etária, sexo, ou religião… Podemos é extrapolar a partir de inquéritos (pouco fiáveis) e outros websites de nichos semelhantes.

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